PÁROCO: PE. MAURO BATISTA PEDRINELLI

A VIDA E O SACERDÓCIO DE PADRE MAURO “0 sacerdote continua sobre a Terra a obra redentora [de Cristo]”. São João Maria Vianney Assumir a vida vocacional é receber o dom critical essay do Espírito Santo e , ter uma autoridade sagrada, O sacerdote não apenas exerce sua função e seu ministério, mas também obtém gratuitamente e envio aos irmãos na fé. Conheça mais sobre a vida e a vocação do nosso pároco, Padre Mauro Batista Pedrinelli.

1 – DE ONDE VOCÊ VEIO, ONDE NASCEU?

Eu nasci em Primeiro de Maio, onde sempre morei com a minha família que são meus pois e meus irmãos. Desde criança comecei a frequentar a comunidade paroquial. Embora minha família não fosse urna família que frequentasse igreja, eu fui por desejo próprio e por alguns amigos e amigas que participavam.

2 – COMO É SUA FAMÍLIA?

Somos em cinco irmãos uma já falecida há muito tempo, desde 1987, e todos os outros moram em Primeiro de Maio. Meus pais também já são falecidos, o seu Armando e a Dona Antônia. Eles trabalharam na roça. Depois que vieram para a cidade, meu pai trabalhava de carroceiro e minha mãe de boia-fria, além de costurar em casa. Eu e meus irmãos também trabalhamos, eles mais do que eu. Quando tinha a idade de trabalhar, eu já estava na cidade. Fui algum tempo na boia fria, mas depois arrumei emprego na cidade.

3 – QUAIS ERAM SEUS SONHOS DE INFÂNCIA?

Como primeiro escolha, eu nunca quis ser outra coisa senão padre, sempre foi assim. A minha família até achava um pouco estranho, porque eu não era criado em ambiente religioso, mas, desde pequeno, quando me perguntavam o que eu queria ser quando crescer, eu dizia “eu vou ser padre”.

4 – EXISTIU UM MOMENTO ESPECÍFICO QUE VOCÊ TEVE A CERTEZA DO SACERDÓCIO ?

EU sempre tive certeza, desde sempre. Depois, o que aconteceu foi eu me aproximar da comunidade, Participei muito tempo como coroinha em Primeiro de Maio, fiz encontros vocacionais no Pime e depois no Seminário Diocesano. Até que acabei optando por isso é suficiente. entrar no Seminário Diocesano.

5 – COMO FOI A ACEITAÇÃO DA SUA FAMÍLIA? ELES TE INCENTIVARAM?

Incentivar não. A minha mãe aceitou, não via como me contrariar e aceitou. Meu pai não aceitou, ele só foi aceitar minha vocação praticamente depois da minha ordenação. Meu pai sempre foi muito contrário.

6 – ELE DIZIA POR QUÊ?

Meu pai vem de uma família anticlerical. Por isso, ele não gostava de padres e usava essa frase: “padre não presto, você também não presta”, Ele sempre pensou assim, sempre falou assim. Mas, depois, quando eu já estava na teologia, ele passou a frequentar mais a igreja. Um pouco às escondidas, eu não sei se porque se envergonhavanarrative essay outline template de como tinha se comportado, mas aos poucos ele começou a frequentar, sempre sozinho, não ia a missa com nenhum parente. No dia da minha ordenação, foi o dia que ele fez uma declaração mostrando o quanto estava feliz por eu ser padre.

7 – E COMO FOI O INÍCIO DA SUA VIDA SACERDOTAL?

Fui ordenado muito novo, tinha 24 anos. Minha primeira paróquia foi a Imaculada Conceição. Depois, fui a Roma, para estudos, acabei ficando lá por 7 anos, também trabalhando em algumas comunidades na diocese de Temi, próxima a Roma, Voltei de lá em 1.998 e fui paro a paróquia Nosso Senhora das Graças, onde eu fiquei até 2005. , Voltei paro o Itália por mais um ano. Depois 2007 fui para o paróquia Cristo Libertador. Em 2008, fui fazer um trabalho especificamente administrativo no diocese. Foram 3 anos que morei no Seminário Paulo VI e trabalhava com a administração da diocese. Depois, entrei num projeto Missionários Padres para a Amazônia, da Conferência desde Episcopal, e fui paro uma paróquia no Amapá. Lá eu fiquei 4 anos.

 8 – O QUE VOCÊ MAIS GOSTA NO SEU MINISTÉRIO?

Falar da missa não preciso, porque elo é o ponto central. Mas as coisas que mais são gratificantes, para mim, são a orientação ? espiritual das pessoas, confissões e também gosto muito quando posso fazer cursos e conferências, o parte de ensino.

10 – VOCÊ TEM ALGUM PLANO QUE AINDA DESEJA REALIZAR?

Não. Eu não tenho planos, nunca costumei ter. Se vive o hoje e isso é suficiente.

 

Natália Garcia –  Equipe Pascom

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